sábado, 27 de abril de 2013

Música

"Metamorfose Ambulante"

(Raul Seixas)

U
ma das propostas feita em sala de aula pela professora Ilvanita em relação ao livro EKOABOKA, foi que nós alunos deveríamos encontrar uma música relacionada á algum capítulo do livro. Então meu grupo escolheu a música “Metamorfose Ambulante” – Raul Seixas  que tem relação com o capitulo seis (6) do livro.
A relação feita da música com o sexto capitulo- Ekoaboka, foi que o jovem indígena Catu fala para Chantal sua namorada “EKOABOKA”, que significa Mudança e Transformação e ambas as partes falam disso.

Veja a música:    


Música: Metamorfose Ambulante Raul Seixas


Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Eu quero dizer
Agora o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator
É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver
Nessa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo


Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator
Eu vou desdizer
Aquilo tudo que eu lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha velha velha velha velha
Opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

                                   

Documentário sobre os Índios do Brasil.

Os índios do Brasil

(Atividade feita em sala de aula,proposta feita pela professora Ilvanita e Sueli,sobre o documentário Índios do Brasil.)

Veja o vídeo: 


O
 documentário “Índios do Brasil”, feito pela Tv escola, traz ao público o tema: O que fazem, como são e como vivem os índios do Brasil.
No vídeo, pude perceber que meu pensamento a respeito dos índios não é mais o mesmo.
Eu achava que os índios só eram os que se pintavam, com tintas feitas a partir de produtos da natureza, mas descobri que eles são muito mais que pensamos. O que nos diferencia são as suas culturas, suas vestes, sua crença e seu jeito de viver.
Também vi que muitas, pessoas não sabiam se quer o que fazia um índio. Também pude perceber que alguns índios sentem vergonha da sua própria cultura.
Deveríamos tratá-los como se fosse da nossa família, afinal eles acabam tendo, mais influência na nossa língua do que imaginamos.

Matheus Almeida Gomes.


Ekoaboka

Resumo do livro Ekoaboka.


T
udo começou no ano de 1972, quando um certo estudante de biologia chamado Léo participou do Projeto Rondon na Amazônia. Após a convivência com os índios, com a escassez de remédios e assistência, o desamparo estampado no rosto dos índios e a terrível malária,prometeu a si mesmo encontrar a vacina para a doença.
Léo acabou conhecendo Babu em um congresso e se tornaram amigos, e após alguns anos de trabalho e idas e vinda da Amazônia, estavam no aeroporto buscando a família de Léo. A família era um pouco diferente, composta por uma filha francesa, de mãe carioca, um filho sueco de pai também carioca, além de Txai, filho de Léo e Marina.
Eles passariam as férias de fim de ano juntos, em um barco casa, de nome Vitória Régia, na Amazônia vivendo três meses de total contato com a natureza e uma diferente cultura.
A aventura não seria um problema para Alex e Txai, porém para Chantal, uma garota urbana e muito vaidosa seria terrível ter que passar esses dias “no mato”.
Na chegada, a família ficou em um hotel, e iriam seguir viagem durante o dia, e logo ao amanhecer foram para o barco, onde habitariam.
Após se organizarem e explorarem a nova casa, todos foram fazer um passeio em uma prainha ali perto, para que pudessem começar a se adaptar ao novo ambiente em que viveriam.
Araru, um caboclo amigo de Babu, foi os guiando pelo caminho e foi apresentando alguns bichos e plantas das redondezas.
Em meio a tantas reclamações de Chantal e interesse da parte de Alex, a visita ao afluente do Rio Negro foi a prova de que tudo aquilo seria uma grande mudança.
Chantal precisava de alguém para entendê-la, então preenchia seu diário com reclamações da nova vida, mas isso iria mudar em breve.
Através de e-mails, Alex também contava as experiências que estava vivendo para seu amigo Kiko.
O mais interessado na aventura foi Alex, que saiu para explorar mais o novo local, agora sozinho. É nesse passeio que descobre um ritual indígena ocorrendo na floresta. O rapaz fica extasiado com tantos cantos, danças, cores e pinturas, e volta para o barco meio fora de si.
Enquanto isso o pequeno Txai conhece a estranha coleção de Babu, que junta besouros de todas as espécies que encontra nas noites estreladas da floresta Amazônica. Depois da descoberta, Txai caminha floresta adentro e é onde conhece Uãuã, um índio cujo nome significa vagalume.
Após tamanha curiosidade de Alex, Babu e João, um conhecedor dos índios acompanha o garoto até a aldeia dos abakêbyra, povo do qual ele havia visto o ritual no dia anterior. Ao chegar lá, são recebidos pelo cacique Apoena, que os deu nomes indígenas de acordo com suas características.
Alex recebe o nome de Abati, que significa “aquele que tem cabelos dourados”. Ele simpatiza muito com a aldeia, assim como o cacique cria grande afeição por Abati, fazendo com que a próxima visita não demorasse.
Nesse meio tempo, acontece o réveillon. Babu faz um banquete e cria uma espécie de ritual de libertação do antigo e preparação para o que viria.
Na nova visita a aldeia, Alex é apresentado a Catu, um jovem filho de Taciatã, uma índia mediadora da tribo com Tupã, um deus para os índios.
Após conversarem, Catu convida Alex para caçar com os homens da tribo no dia seguinte e explica que a caça que fazem é somente para alimentação da tribo, pois respeitam a natureza assim como ela os respeita.
Abati dorme na tribo, pois sairiam no dia seguinte antes do sol nascer. Na primeira parada para a alimentação, o garoto percebe que um dos índios se distancia do grupo recusando o peixe e alimentando-se apenas de mandioca, mas apesar de achar estranho compreende que Curi não comia jaú, pois esse animal já havia feito parte de sua família em vidas passadas.
Durante a caça, os índios e Alex percebem a presença de uma empresa estrangeira que praticava a retirada ilegal de madeira. A atitude levou os caçadores a retornar a aldeia e relatar tudo ao cacique, para que tomasse conhecimento do fato.
Chantal já estava acostumada a ir todos os dias até a prainha tomar sol e ler as revistas de moda trazidas de Milão por sua mãe. E até Alex aparecer com Catu tudo estava comum. Chantal se apaixona pelo índio a primeira vista.
Após Alex e Catu darem alguns mergulhos no rio, o índio com nome cujo significado era “bonito”, voltou com um grande peixe em suas mãos e após o pedido negado de Chantal levar o peixe até o barco, Alex deixa os dois na prainha para levar o jantar.
Enquanto Alex não voltava, Chantal notou algo caindo ao seu redor, não se importou muito, porém não parava, até que ela percebeu que quem arremessava as pedrinhas era Catu.
Sem ao menos se despedir, Chantal vai embora indignada e ofendida. Somente após uma conversa com Alex e explicações de Catu, de que na verdade aquilo não passou de uma forma indígena de chamar atenção, a garota se entrega, beijando Catu após a tentativa de um bem-me-quer, que falhou por sua impaciência ao esperar o índio despetalar a flor.
Após esses fatos as mudanças continuam. Marina é atacada por um poraquê, um peixe elétrico e em um ritual de cura entra em contato com seu interior. E após esse contato ela consegue interpretar que necessita de mudanças em sua vida.
Txai, curioso demais, resolve brincar com Uã de caça ao tesouro, que seria a coleção de besouros de Babu. E mesmo sem querer, Txai solta alguns dos besouros de seu amigo, que ao descobrir fica chateado, mas depois de conversar com o pequeno, o desculpa.
Uã conta a Txai que seu irmão achou um enorme e raro besouro, e para se redimir da perda do tesouro de Babu, o pequeno o entrega á seu amigo que se surpreende com a nobre atitude.
Em certa noite, Chantal e Catu acabam ficando presos em uma pequena ilha após uma enorme tempestade. O ocorrido causou enorme aflição em seus parentes, pois já era noite e eles estavam sumidos.
Após um dia todo longe de casa eles aparecem, e Chantal explica tudo á sua mãe que ouve inquieta e preocupada. Sua reação não foi das melhores.
Enquanto isso, na tribo, a mãe de Catu, recebe por meio de um ritual, uma mensagem de Tupã, diferente das outras. Nela dizia que uma ponte se formaria entre Catu e algo novo, mostrava também uma planta marrom, que deveria ser entregue ao povo que havia chegado. Taciatã acreditou que a ponte seria Chantal, os separando.
Devido ao orgulho de Taciatã em manter guerra com Chantal, ela desobedece ao pedido de Tupã e como castigo o guerreiro mais forte da tribo acaba falecendo, chamando seu nome e dizendo que Tupã a perdoava.
Taciatã percebe que se tivesse entregado a tal planta ao povo novo, o guerreiro não teria sido levado da tribo e sente-se culpada.
Tupã então envia uma mensagem ao cacique Apoena, que questiona a atitude de Taciatã e a convida para ir com ele até o barco Vitória Régia entregar a planta como ela deveria ter feito antes.
Chantal recebe as flores de Taciatã, sem ter a certeza de que a atitude da “sogra” era verdadeira. E é a partir deste momento que a pesquisa de Léo e Babu ganha um novo rumo com o elemento que faltava.
Os dois se animam com o avanço e colhem mais amostras da planta que podia ser a tal cura que buscavam para a malária.
Com o fim da aventura chegando, as escolhas deviam ser feitas.
Alex decidiu que ficaria na Amazônia até o meio do ano, que seria a hora de voltar para fazer o vestibular. Léo voltou com a família para testar a cura em laboratórios enquanto Babu faria os contatos técnicos necessários.
É sem dúvidas essa viagem foi repleta de ekoabokas, isso mesmo, muita mudança e transformação. Todos haviam sido marcados e a vida é isso, uma grande EKOABOKA a cada dia.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Feliz Aniversário-Conto(Síntese)

Feliz Aniversário

(Clarice Lispector)


http://www.blogger.com/blogger.gblogID=9125840840533791681#editor/target=post;postID=4557684033436503292



F
eliz aniversário é um conto de Clarice Lispector, está presente na obra Laços de família, do ano de  1960.
O conto mostra que é aniversário de D. Anita, uma senhora que completa oitenta e nove anos, mãe de sete filhos, mora com sua filha Zilda.
Zilda decidiu chamar alguns familiares para reunir-se e comemorarem a data. Os filhos vão chegando de pouco com as esposas e os filhos. A filha arruma a casa e os preparativos. Zilda não prepara a festa por querer agradar a mãe, mas sim por obrigação. Assim se sente revoltada por ter de arcar com a festa absolutamente sozinha, pois nenhuma de suas cunhadas ou irmãos se preocupam em ajudá-la.
A festa de D. Anita era para ser algo muito especial, um momento de união entre a mãe e filhos, mas não, todos estão lá para não deixarem de ir.D. Anita sabe que todos estão lá não é por carinho á ela e por dentro estão pensamentos negativos sobre os seres infelizes que gerou.
D. Anita cospe no chão como um sinal de insatisfação com a família que tem e provoca raiva na filha Zilda.
Todos surpresos com as atitudes da aniversariante, faz com  que antecipe o fim da festa e os filhos, que não se davam muito bem e quase nunca se viam ou se falavam, despediram antecipadamente.
Com isso mais uma vez D. Anita percebe que a festa de aniversário foi apenas feita de aparências e relações falsas.




sexta-feira, 22 de março de 2013

A influência dos índios na língua brasileira.

A influência dos índios na língua brasileira.

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A
pós a leitura do livro “Os índios do Brasil” pude perceber que herança dos povos indígenas foi decisiva para que o Brasil se tornasse o país multicultural dos dias de hoje.
A contribuição dos povos indígenas à formação da nação brasileira vai além de um conjunto de palavras, objetos, espécies domesticadas e técnicas de manejo do ambiente. A constituição do Brasil como um país multicultural se deve, sobretudo, à presença de centenas de grupos indígenas que habitam seu território e, ainda hoje, são parte constitutiva e atuante da sociedade brasileira. Atores fundamentais no início da colonização, os índios lutaram ao lado dos europeus ajudando a definir os limites do território nacional.
A diversidade cultural e linguística dos povos indígenas influenciaria os modos de ser da população mestiça que, a partir da mistura de diferentes matrizes, caracterizaria a população brasileira atual.  
Também acabei conhecendo os significados de algumas palavras que já conhecia e se quer tinha em mente que seria palavras indígenas como, por exemplo, Pipoca que vem do (guarani popó), que significa saltar, brincar. Ipanema que significa rio sem vida, sem sorte; Paraíba - rio ruim, Sergipe - no rio dos siris; Jabaquara - esconderijo de fugitivos etc.
Enfim pude refazer meus pensamentos em relação aos indígenas, pois antes meus conceitos eram outros e depois de ter aprendido mais um pouco sobre a cultura deles minhas ideias mudaram totalmente.

Matheus de Almeida Gomes.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Síntese "O Búfalo"

Búfalo

(Clarice Lispector)


http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=9125840840533791681#editor/target=post;postID=1352122508108398599

N
o conto “O Búfalo”, Clarice Lispector apresenta uma personagem que, rejeitada pelo homem que ama, vai ao zoológico, onde pensa encontrar ódio e animalidade, e parece querer não só legitimar o seu próprio ódio encontrar-se com este sentimento, mas também matar um pouco do amor existente em si. A adversidade que permeia a narrativa aparece já no primeiro momento em que ela entra no zoológico. Neste ambiente, encontra-se com um animal solitário, com o qual se identifica, ou no qual identifica o homem que a rejeitou. Na mulher que vai ao Zoológico, procurando o ódio, mas encontra o amor transbordando no olhar e nas atitudes de cada animal, podemos perceber muito da identidade da própria autora. Clarice, assim como a maioria de suas personagens femininas, foi uma mulher muito solitária e frustrada amorosamente.  Acreditando que tal aprendizagem se dará por meio da observação do modo como os animais se relacionam, já que, da mesma forma que o amor, o ódio é vivenciado e aprendido na convivência com outros seres. A premissa da personagem parece ser a de que haveria entre os chamados irracionais uma violência gratuita e instintual, uma espécie de pulsão da existência dos bichos, que determinaria o ódio entre eles.
A negação do ódio fica clara nas cenas de cumplicidade entre os animais, conforme se percebe na enumeração dos eventos a seguir: “Até o leão lambeu a testa glabra da leoa” “Mas isso é amor, é amor de novo”; “Com a tola inocência do que é grande e leve e sem culpa” “A macaca com olhar resignado de amor, e a outra macaca dando de mamar”; “Ao elefante fora dado com uma simples pata esmagar. Mas não esmagava potência que se deixaria conduzir docilmente a um circo”. A partir da observação destas cenas a personagem depara-se com o fato de que as relações entre macho e fêmea não obedecem à mesma lógica que orienta as relações humanas.
Até que encontrou no búfalo o sentimento que estava procurando.

Síntese "Amor".

Amor

(Clarice Lispector)

http://www.releituras.com/clispector_menu.asp

“Laços de Família”, Editora Rocco – Rio de Janeiro, 1998, pág. 19, incluído entre “Os cem melhores contos brasileiros do século”, Editora Objetiva – Rio de Janeiro, 2000, seleção de Ítalo Moriconi.

O
 Conto “Amor” é uma narrativa de Clarice Lispector que cujo centro é uma mulher comum, Ana, casada, com os filhos crescendo. A vida era normal, "os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos”.
A vida de Ana era rotineira e feliz em seu apartamento no nono andar, costurava para os meninos, recebia o marido de volta em casa todas as tardes e os moveis empoeirados todas as manhãs "como se voltassem arrependidos". Um dia, foi às compras e, depois, cansada, subiu no bonde para voltar a casa. Recostou-se no banco, procurando conforto, num suspiro de meia satisfação. Revê sua vida: plácida, sem tempestades, tudo no lugar. Com o saco de tricô que ela mesma tecera ao colo, cheio de ovos frescos, Ana é apenas uma mulher que vai às compras. Mas vê, com o bonde parado, um cego que, tateando, no escuro de si mesmo, as mãos estendidas para frente, sorri.
A partir daí, Ana tem sua epifânia, revelação da vida. Descontrolada emocionalmente perde o ponto onde deveria descer. Desce no Jardim Botânico e lá permanece, com a alma em estado de choque, por toda à tarde, até que anoiteça e se veja sozinha. Grita para que abram o portão e arfante chega a casa, onde faz um jantar às pressas para a família. Durante o jantar, não presta atenção a nada, a vida está modificada, o homem mascando chiclete, a cegueira e a vida, a certeza de que a humanidade sofre. Aperta o filho a ponto de assustá-lo e, quando todos se vão, diante do espelho, ouve o fogão dar um estouro. Era um defeito do fogão, mas que a traz de volta para a vida cotidiana. Abraça o marido, diz que não quer que ele sofra (ela mesma estava sofrendo por ter descoberto o mundo). Ele ri, e ela, antes de dormir, sopra a flama do dia.

Matheus de Almeida Gomes.

terça-feira, 12 de março de 2013

A importância da água.


Carta

(Produção feita em sala de aula)



Diadema, 04 de Março de 2013

Ilustríssimo senhor Prefeito, Lauro Michels

Estou lhe enviando, esta carta para tratar-lhe de um dos temas que a nossa cidade vem enfrentando atualmente que á o desperdício de água.
Há algum tempo, a prefeitura implantou uma rede de água potável, que favorecia água para todos,independente de sua classe social e financeira.
Mas devido a uma má infraestrutura, o cano que nos dava água rompeu-se e então ouve um enorme vazamento de água.
Há dias várias famílias vêm sofrendo com a escassez desse bem que a natureza nos proporciona.
Gostaria de lembrar o quanto é triste e doloroso, você abrir a torneira e não cair sequer um pingo d’água.
Assim como qualquer, coisa que existe neste mundo, a água é um bem que todos deveriam cuidar; pois, sem ela nada somos, e nada temos.
Sem esse elemento, não conseguiríamos ter comidas, roupas lavadas e nem se quer conseguiríamos existir, por que, afinal 70%do nosso corpo é constituído por água.
A água é um recurso natural de valor inestimável. Mas que um insumo indispensável a produção é um recurso estratégico para o desenvolvimento econômico.Ela é vital para todos.
É ainda uma referência  cultural e um bem social indispensável á adequada qualidade de vida da população do mundo.
Desde já agradeço sua colaboração e, aguardo ansiosamente sua visita ao nosso bairro.
                                                                                                                 
                                                                                                                   Atenciosamente,
                                                                                                                       Matheus de Almeida Gomes.

PS: A água é um recurso precioso.


sábado, 9 de março de 2013

Produção de texto em sala de aula.

As descobertas de Pedro

(De minha autoria)


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimtWtcrDIwtWHok4pWyVtbuvoQWEBxjGCRHDd3y2389slPy0GmFCRjHwfrNSRp9i45C2JN024bxN7qTtwFPzEVqpzP9VfQrL68qZXvFCBYxanZiV7c2vsVHOwx6edaHEDPNInQg7IIWJo/s1600/Olhando%252520o%252520mar.jpg

N
o clarão do meio dia, Pedro caminhava pela terra quente e seca. Tudo que ele mais queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua caminhada.
Ao subir o morro, atrás das dunas Pedro, acaba fazendo uma grande descoberta que acabaria mudando o seu rumo.
Atrás de uma duna, havia uma enorme cerejeira. Seus galhos e seus troncos eram “enormes” como avenidas.
Já cansado Pedro, deslumbrado com a beleza que avistava, não pensou duas vezes em chegar ao local.
Chegando lá, Pedro sentou em baixo da arvore e começou a refletir sobre a vida; quando de repente seus galhos começaram a se mexerem e suas raízes começaram a sair do chão.
Pedro assustado com a árvore que andava sobre as dunas começou a correr, e conforme ele corria a árvore o seguia.
Até que de repente ele ouve uma voz que os dizia:
     - Espere um pouco, rapaz, eu só quero conversar com você!
O menino ainda muito assustado foi ao encontro da árvore.
A árvore, apesar de sua beleza, aparentava estar feia e machucada por dentro;
Ele se aproximava cada vez mais perto, e conforme ele se aproximava via cartas e fotos de pessoas penduradas em seus galhos e logo a perguntou:
    - O que fazem essas fotos e mensagens em seus galhos?
A árvore respondeu:
    - São fotos e mensagens de todos que já me deixaram. Eu sou muito sozinha!
O menino, que se sentia sozinho e solitário, como aquela árvore e resolveu terminar sua jornada por ali mesmo, ficando ao lado da árvore para o resto de sua vida.



Síntese As formigas

As Formigas

(Lygia Fagundes Telles)

http://imguol.com/2012/07/03/lygia-fagundes-telles-1341349857730_300x420.jpg

O
 conto de Lygia Fagundes Telles, As formigas traz a história de duas amigas, primas e universitárias que se mudam para uma pensão.
Ao chegarem na pensão as garotas vão se instalar em um quarto e descobrem que um antigo morador deixou lá um caixote com uns ossos guardados.
A estudante de medicina  se interessa em abrir e ver,principalmente que depois descobre que o esqueleto é um artigo raro que já pertencia a um anão.
Durante a noite o quarto é tomado por um cheiro de bolor e por uma invasão de formigas que não se sabe de onde vem e que tomam o recipiente onde está onde estão guardados os ossos, em baixo da cama da garota.
Naquela mesma noite a garota sonhara com um anão, de olhos azuis, olhando pra ela.Quando a outra vai investigar na caixa o que teria atraído as formigas,percebe que a posição dos ossos havia se mexido.Elas matam os insetos e , na manhã seguinte não havia nenhum vestígio de formigas ,embora elas não havia limpado o local.
Na madrugada seguinte, depois de um novo pesadelo, a estudante e sua prima descobrem o retorno das formigas e que, mais uma vez a posição do esqueleto, foi alterada, parecendo que estava se reconstituindo.
Na terceira noite, elas ficam acordadas esperando para ver de onde vinham as formigas, mas adormecem, e quando acordam ficam apavoradas ao perceber que faltava apenas um osso da perna e outro do braço para que o esqueleto ficasse recomposto.
Com muito medo as garotas fogem desesperadas da pensão.

  Matheus de Almeida Gomes.


                                              
Veja um vídeo que fala a respeito de uma das
                                                    escritora mais importantes do Brasil:




domingo, 3 de março de 2013

Síntese-Felicidade Clandestina

(Clarice Lispector)

           
                                                           
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiP3GHoIQuPe0h4GoV2mfjXyqeW3pfH1BalO5U9PSqSXYwN9RnIXTRLY9LKkXYFt1rbwKU2CD8H0ReJoUraGqWvd3zqcocp6ygoTfocoo_aKzOTDmqCGEWR551LnqjeqRykfkGmXdBXa4/s1600/clarice-lispector-3.jpg

O
 conto “Felicidade Clandestina” de Clarice Lispector,narra a história de duas colegas,que acabam entrando em um conflito por causa de um livro.
A primeira menina era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto as das outras meninas ainda eram achatadas. Seus bolsos eram cheios de balas e tinha um pai dono de uma livraria.
Nos aniversários a menina nem se preocupava em dar livros às outras meninas, ela acabava dando um cartão postal de Recife à cidade de onde elas moravam.
Até que ela acaba ganhando um livro chamado “As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato”. Era um livro muito grosso, por quem a outra menina acabou se apaixonando e pedindo emprestado, pois ela iria pegar em sua casa no outro dia.
Naquele dia a menina que havia se apaixonado pelo livro não conseguia parar de pensar que no outro dia haveria em suas mãos um maravilhoso e tão esperado livro.
No dia seguinte ela foi à sua casa, literalmente correndo. A menina Má não morava num sobrado como ela, e sim numa casa. Olhando bem para os olhos da “apaixonada”, disse-lhe que havia emprestado o livro a outra menina, e que ela voltasse no dia seguinte para buscá-lo.
Assim foi durante vários e vários dias. A menina má sempre inventada uma história para a menina a cada dia que se passava.
A menina já quase sem esperança resolveu ir à casa da menina má, mais uma vez. Mas dessa vez seria diferente, pois ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediram explicações às duas meninas. Houve uma confusão silenciosa. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo e durante um tempo acabou entendendo. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
A mulher já brava com a filha mandou a outra menina ficar com o livro por quanto tempo fosse preciso.
E assim foi a menina lia o livro como se fosse à coisa que mais lhe agradava naquela vida. Ela não era mais uma menina com um livro e sim uma mulher com o seu amante.
Matheus de Almeida Gomes.

Veja o curta-metragem do Conto:



sábado, 2 de março de 2013

Entrevista Clarice Lispector

Entrevista com Clarice Lispector

                      imagem fonte:http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clarice_lispector_5_jpg.jpg




A
 entrevista com Clarice Lispector exibida pela tevê Cultura em 1977,o ano de seu falecimento trás ao público um pouco da vida de uma das maiores escritoras do Brasil.
Assuntos importantes são abordados na entrevista como, por exemplo, a origem de seu sobrenome Lispector, que vem de gerações em sua família.
Casada com um diplomata, Clarice percorreu “quase o mundo inteiro”. Veio da Rússia e passou a morar no Nordeste e depois na cidade do Rio de Janeiro; por isso o sotaque diferente.
No decorrer da entrevista o entrevistador, aborda uma pergunta a Clarice, que é se alguém da família dela chegou a escrever um conto ou algo do gênero, e Clarice diz que sua mãe escrevia romance, mas não chegava a publicá-los.
Sua data de nascimento é indefinida. Há varias hipóteses, mas a mais provável é a de 10 de Dezembro de 1920.
Devido a uma deficiência na região da língua, o falar da escritora era modificado e isso dificultava aos leitores de entendê-las.
Já debilitada, devido ao câncer, Clarice falece em 1977, mas suas palavras ainda permanecem acessas nos livros e nos corações de seus leitores.

Matheus de Almeida Gomes.

Veja o vídeo abaixo:


Biografia

C
larice Lispector nasceu na Ucrânia, na aldeia Tchetchenilk, no ano de 1925. Os Lispector emigraram da Rússia para o Brasil no ano seguinte, e Clarice nunca mais voltou á pequena aldeia. Fixaram-se em Recife, onde a escritora passou a infância. Clarice tinha 12 anos e já era órfã de mãe quando a família mudou-se para o Rio de Janeiro. Entre muitas leituras, ingressou no curso de Direito, formou-se e começou a colaborar em jornais cariocas. Casou-se com um colega de faculdade em 1943. No ano seguinte publicava sua primeira obra: “Perto do coração selvagem”. A moça de 19 anos assistiu à perplexidade nos leitores e na crítica: quem era aquela jovem que escrevia "tão diferente"? Seguindo o marido, diplomata de carreira, viveu fora do Brasil por quinze anos. Dedicava-se exclusivamente a escrever. Separada do marido e de volta ao Brasil, passou a morar no Rio de Janeiro. Em 1976 foi convidada para representar o Brasil no Congresso Mundial de Bruxaria, na Colômbia. Claro que aceitou: afinal, sempre fora mística, supersticiosa, curiosa a respeito do sobrenatural. Em novembro de 1977 soube que sofria de câncer generalizado. No mês seguinte, na véspera de seu aniversário, morria em plena atividade literária e gozando do prestígio de ser uma das mais importantes vozes da literatura brasileira.

Obras:

Perto do Coração Selvagem, romance, 1944.
O Lustre, romance, 1946.
A Cidade Sitiada, romance, 1949.
Alguns Contos, conto, 1952.
Laços de Família, conto, 1960.
A Maçã no Escuro,romance, 1961.
A Paixão Segundo G.H., romance, 1961.
A Legião Estrangeira, conto, 1964.
O Mistério do Coelho Pensante, literatura infantil, 1967.
A Mulher Que Matou os Peixes, literatura infantil, 1969.
Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres, romance, 1969.
Felicidade de Clandestina, conto, 1971.
Água Viva, romance, 1973.
Imitação da Rosa, conto, 1973.
A Via-Crucis do Corpo, conto, 1974.
A Vida Íntima de Laura, literatura infantil, 1974.
A Hora da Estrela, romance, 1977.